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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A Voyeur

Faço um paralelo no dia de hoje para celebrar uma conhecida frase: "comer com os olhos". Foi exatamente numa quinta-feira do mês de julho de 1997 que pude averiguar tal ditado. Era por volta das 20h o horário em que eu saia de casa para caminhar e ver gente. Tinha uma necessidade enorme de fugir da minha realidade pacata, e
tentar interagir com alguem já era alguma coisa. Costumava fazer o percurso em cerca de 1 hora ida e volta, porém naquele dia sem nenhuma razão aparente resolvi parar na metade e voltar para casa. Como sempre entrava sorrateiramente, nao fui percebida e quando atravessava o corredor que dava para a sala principal pude ouvir gemidos. Eram gemidos contidos, parecia uma valsa levada mas com muita cadência. Nunca imaginei ou planejei o que iria acabar presenciando. Ao olhar para o sofá estava minha tia recém-chegada do Rio de Janeiro e seu segundo marido fazendo um belo 69. O primeiro pensamento foi de onde minha mãe poderia estar, mas logo lembrei-me que naquela semana estava havendo reuniões de um grupo beneficênte que ela participava. Esqueci o pensamento e voltei para as imagens. Estava eu excitadissima novamente, Seria o destino?. Fitava ambos em sua posições e já imaginava-me entre eles participando. Em certo momento pude perceber que não haveria outra forma de contentar-me senão tocando uma siririca. Como eu estava de saia, foi relativamente fácil. Eu fiquei tarada. Eles chupavam e lambiam seus sexos de forma tórrida demonstrando excessivo desejo. A toada estava boa e minha mão acompanhava o compasso. De repente, ele a colocou de 4 como se fosse uma bela cadelinha e meteu forte naquela buceta ardente. Ela largava a valsa e parecia entoar uma Ária. Muito dissonante aos meus ouvidos e deliciosamente cativante para meus olhos. Ele a fodia cada vez mais rápido e forte. Ela esforçava-se para não berrar. Já faziam cerca de 40 minutos e minha mãe á qualquer hora poderia chegar. Eles pareciam não ligar. Foi num desses momentos em que eu olhava pelo relógio da sala e pensava em minha mãe adentrando e nos flagrando que fui fitada por eles. Olhei-os de forma doce e calma e fiz gestos para continuarem e sem pestanejar foram em frente. Ao perceber-me ali, o gozo daquele homem foi muito rápido. Ele parecia identificar-me com a lolita de seus sonhos. Levantou-se atordoado e foi rápidamente para o banheiro. A mim ficou a incumbência de tratar de minha tia. Olhamos uma para a outra, demos um beijinho no rosto e fomos preparar um jantar para aquele homem. Servimos com muito gosto...

Diana

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