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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ménage...

Hoje decidi que iria abordar a experiência de um dos maiores fetiches de solteiros, casados, namorados, enrolados e afins. Ménage a troís. Fazia um bom tempo que tal mistura havia penetrado meus pensamentos desde que presenciei minha tia e seu macho transando na sala da minha então casa na época. Elaborei tais imagens que marcaram-me profundamente, porém
não fazia idéia de quando e como as realizaria de uma forma tão pessoal, tão "Diana". Já estava com 22 anos, curso de secretáriado completo e havia encontrado um emprego numa empresa de telefonia. Trabalhava com inúmeras pessoas diferentes, indo de homens de negócio serissimos, até o pessoal da limpeza. sempre mantive o "ar" discreto que aprendi na minha formação pessoal e como estava começando preferi não interagir com nenhuma delas de forma mais íntima. Após algumas semanas é claro que conhecemos algumas pessoas mais interessantes e que "algo mais" pode acontecer á qualquer momento. E aconteceu. Não pretendia realizar da forma como aconteceu, mas sai no lucro e com detalhes explicarei a vocês. A primeira pessoa que iniciei uma amizade foi Laura. Ela era bem diferente de mim e fazia questão de mostrar isso. Agia de forma impulsiva, incontida, falava alto, sorria muito á todos os homens e tinha um papo envolvente. Acabou me cativando também. Iniciamos uma conversa durante uma pausa para o café e ali já ficava claro que não seria fácil disputar algum macho-alvo com ela. Eu tinha que manter meu sigilo e ela era exposição total. Durante nosso papo falava-me sobre sua vida, suas vontades e acabamos por conversar sobre homens, óbvio. O alvo era Francisco, um consultor boa pinta que sorria para todas nós, mas que sabia o que e quem queria conquistar. Não era fácil, porém deixei claro á Laura que podia ajudar caso confiasse em mim. Ficando entusiasmada pediu-me alguns conselhos para chegar até ele. Disse que não tinha segredo, e que deveria usar sua beleza e sex appeal e não teria erro. Passaram-se 2 dias e Laura procurava-me para um desabafo. Confessou que não teria coragem e que apesar do seu jeito despojado era muitissimo tímida. Uma luz acendeu-se em minha mente e disse a ela que faria qualquer coisa para ajudar, mas desde que ela me beijasse. Fui direta assim. Percebi que ela ficara sem graça e preferiu desconversar. Voltei novamente ao ponto e dessa vez olhando profundamente em seus olhos: - Quero beijar você?. Bastou um pouco mais de firmeza e ela cedeu ao meu encanto doce e meigo. Beijamo-nos deliciosamente e nos acariciamos de forma bem íntima. Quando finalmente estava por tocar sua buceta, fomos interrompidas por alguém batendo na porta. Laura arrumou-se rápidamente e saiu dando-me uma piscadela. Pensei muito se deveria prosseguir com meu plano indecente, mas sem opção devido ao imenso tesão que estava sentindo, não tive outra escolha. Ela e o belissimo Francisco estavam no meu "triângulo equilátero de prazer". Era irresistivelmente sexy: mulata, cabelos encaracolados brilhantes e macios, seios durinhos, lábios carnudos envolventes e uma bela bunda descomunal. Seria impossível não conquistassemos qualquer macho. Esperei cerca de três dias e pedi que Francisco passasse em minha mesa para pegar um recado. Dito e feito. Parou bem enfrente á mim e perguntou o que eu queria. Naquele momento transformei-me no sonho de qualquer safado. Encarei-o com um olhar bem de puta e disse: - Gostaria de fuder duas belas e devassas vagabundas?. Ele enrubreceu e parecia desconcertado. Deu uma risada típica de quem está em apuros e respondeu na lata: - Quando e onde delicia?. Voltei para o tom pudíco e informei que seria naquele dia após o expediente. Fez um sinal de entendido e saiu. Corri até Laura para informar que já estava tudo certo e voltamos a discrição. Faltando cinco minutos para encerrar o expediênte fomos até o banheiro esperando que todo mundo fosse embora. Percebendo que já não havia mais ninguém e que a chave ficava com Franscisco, saimos de lá e ficamos esperando sua inestimável companhia. Estavamos eufóricas e tesudas e a demora para aquele encontro á três só aumentava o fogo. Enfim ele apareceu. Parecia bem quente e chegou nos abraçando e beijando. Iniciamos um beijo triplo e ambas pudemos sentir aquele pau crescendo. Ela estava louca e procurava tirar o cinto dele com pressa. Meu desejo em poder usar os dois só aumentava. Peguei minha amiga pelos cabelos e a coloquei de joelhos para chupar aquele cacete gostoso. Ela tinha uma lingua bem molhada e a saliva escorria pelos cantos da sua boca. Decidi colocar a mão dele na minha florzinha que nesse momento já estava lambuzada. Ele foi além e enfiou dois dedos nela, metendo-os com bastante vigor. Eu nem acreditava. Abaixei-me e fui dividir aquele cacete imenso com Laura. Chupamos e alisamos muito aquele monstruoso falus. Então assumi um lado que não conhecia: A Dominadora!. Mandei literalmente que ela ficasse de 4 e que Francisco a fodesse com gosto enquanto eu me tocava assistindo. Ela gritava e gemia feito uma cadela no cio. Levatei-me e fui acariciar seu cuzinho com meu dedo. Comecei com caricias e lingua, até penetrar um, dois, três dedos naquela bunda imensa e deliciosa. Francisco saiu de sua posicão e meteu bem fundo em mim. Ao mesmo tempo meu desejo era de continuar fudendo aquele cu e chupar sua buceta molhada. Pedi que ele avisasse quando iria gozar pois queria que ele despejasse sua porra na boca dela. O ritmo estava frenético e ouvimos o grito de prazer dele. Virei rapidamente Laura para que todo o gozo inundasse sua cavidade oral. Ele cumpriu sua tarefa. Ofereceu sem saber aquela porra quentinha em uma taça para mim. A taça? a boca de Laura. Pedi que ela cuspisse tudo na minha boquinha e engoli gostoso. Mandei que eles se vestissem e que fossem embora. Obedeceram com gosto passivo minhas ordens. Foram meus escravos por algum tempo. Hoje os dois estão casados, mas pego minha amiga emprestada quando preciso fazer um banquete para alguém especial. Ele apenas obedece.


Diana

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