Fazia alguns dias desde aquele telefonema e o cerne do prazer já estava inserido em mim. Não podia ficar sem um gozo diário e as idéias de como obter prazer eram inúmeras. Todas elas ainda estavam ligadas á Júlia e sabia que faltava algo a mais para ser despertado. Por sentir-me um peixe fora d'água nos meus ambientes, ficava me satisfazendo num paralelo. Imagens de mulheres, homens,
animais, situações bizarras, dor, submissão e dominação entrelaçavam-se ea minha psiquê e assim minha mente tornava-se mais e mais pervertida. Novamente vinha a culpa e por outro lado o desejo de descobrir-me. Sentimentos bem antagônicos como estes fizeram-me pensar se deveria levar adiante o que eu sentia ou se deveria parar e retomar minha vidinha de santa. Foi quando tive o primeiro "delirio erótico". Nele, estava eu no meio de um pasto, sendo encurralada por belos cavalos. Cavalos brancos, negros, pardos e todos eram bem grandes. Um deles me chamava atenção, mas não pela beleza e sim pelo tamanho do sexo. Aquela imagem enchia-me os olhos de desejo e a boca de vontade. Foi um delirio rápido confesso, mas um crivo para a minha decisão. Decidia finalmente levar um vida-dupla. Seguiria como uma santa e elevaria ao máximo meus prazeres da forma como bem entendesse. Prometi que não haveriam regras, apenas desafios. Tocava meu despertador sempre eas 18h e precisava voltar para a pobre realidade de minha vida: Ia ao curso de secretariado toda a noite. Faltavam 3 dias para o término do curso e algumas horas para o ínicio de outra lasciva descoberta. Passei a aula toda imaginando o que poderia fazer para por em prática tamanha vontade. Foi quando veio a idéia que uniu as pontas do meu último delirio. Decidi que deveria conhecer um estranho. Fiquei indecisa sobre como fazer ou como iria acontecer e foi então que fluiu. Estava eu aguardando solitariamente o circular que levaria-me de volta para o mundinho santificado do meu lar, quando inesperadamente um carro parou e de dentro um rapaz me perguntava se eu aceitaria uma carona. Juro que a primeira reação foi dizer um "não", bem aos moldes da minha criação, só que áquela altura a procura por satisfação me possuia completamente e decidi aceitar. Entrei naquele carro sujo, muito bagunçado por sinal e disse para onde estava indo. O rapaz era alto, moreno claro, charmoso e com um olhar penetrante que fez-me tremer as pernas. Seu nome era um contraste á sua beleza agressiva e por fazer hoje parte dos amigos de meu marido, prefiro não citar. Lembro-me com clareza daquela fala arrastada e safada. Contava-me em poucos minutos sua rotina, seus gostos, o fato de ter uma esposa e que mesmo assim continuava um "Don Juan" com as meninas. A excitação de estar sozinha com um estranho já tomava conta de mim e fiquei analisando cada parte de seu belo corpo. No sinal vermelho de um cruzamento, já não aguentando tanto furor decidi agarrar o pau dele. Fui direta com a mão sobre sua calça. O safado já estava preparado, pronto para qualquer lucro. O sinal abriu e eu também o fascinante ziper de sua calça. Peguei naquele pau com gosto. Era um cacete grande e grosso, com uma glânde enorme e lembro com detalhe o quão quente era. Ele bem sem-vergonha como ainda é pediu que eu tocasse uma punheta gostosa. Como era novidade, decidi acariciar, apalpar, analisar bem e ao invés de masturbá-lo preferi passar a lingua. Abaixei-me e comecei a passar minha lingua naquela glânde deliciosa. Ele estava todo babado e senti pela primeira vez o gosto de um homem. Ele parou o carro sobre uma árvore e eu pude colocar aquele pau grande em minha boca. Fui me lambuzando aos poucos e colocando cada vez mais aquilo tudo atee a garganta. Minha buceta escorria e eu já imaginava outro homem me possuindo ao mesmo tempo. Ele gemia feito um lobo. Em meus pensamentos a imagem daqueles cavalos cruzavam com a imagem dele e o que dele eu estava possuindo. Eu não conseguia parar. Ele tentava colocar-me em posição de penetração mas eu não deixava. Queria ir até o fim com meu sórdido desejo. Vinha também em meus pensamentos como terminaria aquilo. Já tinha ouvido sobre ejaculação na escola e também de algumas amigas que citavam como algo nojento. Pobrezinhas. Quando menos percebi ele gozava todo aquele doce néctar em minha lingua e lábios. Achei um tesão aquela porra gostava escorrendo e sem pensar decidi engolir. Não limpei a boca, dei um sorriso de vadia e preferi sair do carro. Fui andando e ele me seguindo vagarosamente com o carro implorando para me levar embora. Não aceitei. O sentimento de liberdade que conheci era indescritivel e queria estar apenas comigo. Fiz o caminho até em casa me deliciando com o gosto daquela seiva e vontade de experimentar mais e mais. Desde então não passa um dia sequer em que eu não peça uma amostra de um felizardo homem. Chegava finalmente em casa. Minha mãe pediu-me um beijo de boa noite e passei naquele rosto de frieza um pouco do calor de meu amigo. Inconsciêntemente compartilhei com ela um pouco das minhas aventuras. Se ela soubesse o quanto é bom!. Passei pela cozinha, peguei uma bela banana e fui ao meu quarto terminar o que havia começado....
animais, situações bizarras, dor, submissão e dominação entrelaçavam-se ea minha psiquê e assim minha mente tornava-se mais e mais pervertida. Novamente vinha a culpa e por outro lado o desejo de descobrir-me. Sentimentos bem antagônicos como estes fizeram-me pensar se deveria levar adiante o que eu sentia ou se deveria parar e retomar minha vidinha de santa. Foi quando tive o primeiro "delirio erótico". Nele, estava eu no meio de um pasto, sendo encurralada por belos cavalos. Cavalos brancos, negros, pardos e todos eram bem grandes. Um deles me chamava atenção, mas não pela beleza e sim pelo tamanho do sexo. Aquela imagem enchia-me os olhos de desejo e a boca de vontade. Foi um delirio rápido confesso, mas um crivo para a minha decisão. Decidia finalmente levar um vida-dupla. Seguiria como uma santa e elevaria ao máximo meus prazeres da forma como bem entendesse. Prometi que não haveriam regras, apenas desafios. Tocava meu despertador sempre eas 18h e precisava voltar para a pobre realidade de minha vida: Ia ao curso de secretariado toda a noite. Faltavam 3 dias para o término do curso e algumas horas para o ínicio de outra lasciva descoberta. Passei a aula toda imaginando o que poderia fazer para por em prática tamanha vontade. Foi quando veio a idéia que uniu as pontas do meu último delirio. Decidi que deveria conhecer um estranho. Fiquei indecisa sobre como fazer ou como iria acontecer e foi então que fluiu. Estava eu aguardando solitariamente o circular que levaria-me de volta para o mundinho santificado do meu lar, quando inesperadamente um carro parou e de dentro um rapaz me perguntava se eu aceitaria uma carona. Juro que a primeira reação foi dizer um "não", bem aos moldes da minha criação, só que áquela altura a procura por satisfação me possuia completamente e decidi aceitar. Entrei naquele carro sujo, muito bagunçado por sinal e disse para onde estava indo. O rapaz era alto, moreno claro, charmoso e com um olhar penetrante que fez-me tremer as pernas. Seu nome era um contraste á sua beleza agressiva e por fazer hoje parte dos amigos de meu marido, prefiro não citar. Lembro-me com clareza daquela fala arrastada e safada. Contava-me em poucos minutos sua rotina, seus gostos, o fato de ter uma esposa e que mesmo assim continuava um "Don Juan" com as meninas. A excitação de estar sozinha com um estranho já tomava conta de mim e fiquei analisando cada parte de seu belo corpo. No sinal vermelho de um cruzamento, já não aguentando tanto furor decidi agarrar o pau dele. Fui direta com a mão sobre sua calça. O safado já estava preparado, pronto para qualquer lucro. O sinal abriu e eu também o fascinante ziper de sua calça. Peguei naquele pau com gosto. Era um cacete grande e grosso, com uma glânde enorme e lembro com detalhe o quão quente era. Ele bem sem-vergonha como ainda é pediu que eu tocasse uma punheta gostosa. Como era novidade, decidi acariciar, apalpar, analisar bem e ao invés de masturbá-lo preferi passar a lingua. Abaixei-me e comecei a passar minha lingua naquela glânde deliciosa. Ele estava todo babado e senti pela primeira vez o gosto de um homem. Ele parou o carro sobre uma árvore e eu pude colocar aquele pau grande em minha boca. Fui me lambuzando aos poucos e colocando cada vez mais aquilo tudo atee a garganta. Minha buceta escorria e eu já imaginava outro homem me possuindo ao mesmo tempo. Ele gemia feito um lobo. Em meus pensamentos a imagem daqueles cavalos cruzavam com a imagem dele e o que dele eu estava possuindo. Eu não conseguia parar. Ele tentava colocar-me em posição de penetração mas eu não deixava. Queria ir até o fim com meu sórdido desejo. Vinha também em meus pensamentos como terminaria aquilo. Já tinha ouvido sobre ejaculação na escola e também de algumas amigas que citavam como algo nojento. Pobrezinhas. Quando menos percebi ele gozava todo aquele doce néctar em minha lingua e lábios. Achei um tesão aquela porra gostava escorrendo e sem pensar decidi engolir. Não limpei a boca, dei um sorriso de vadia e preferi sair do carro. Fui andando e ele me seguindo vagarosamente com o carro implorando para me levar embora. Não aceitei. O sentimento de liberdade que conheci era indescritivel e queria estar apenas comigo. Fiz o caminho até em casa me deliciando com o gosto daquela seiva e vontade de experimentar mais e mais. Desde então não passa um dia sequer em que eu não peça uma amostra de um felizardo homem. Chegava finalmente em casa. Minha mãe pediu-me um beijo de boa noite e passei naquele rosto de frieza um pouco do calor de meu amigo. Inconsciêntemente compartilhei com ela um pouco das minhas aventuras. Se ela soubesse o quanto é bom!. Passei pela cozinha, peguei uma bela banana e fui ao meu quarto terminar o que havia começado....

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