Tudo o que estava planejando foi por água a baixo. Minha pulsação parecia explodir. Fiquei sem fôlego, atônita e trêmula indo de encontrou á minha mãe. Peguei o telefone como se agarrasse um falus. Ouvi então a voz rouca e ao mesmo tempo doce da minha primeira parceira. Esqueci de súbito todo o sentimento culposo que vinha se arrastando por dias e deixei-me entregar ás volúpias dela. Fui correndo até meu quarto. A nossa casa era um sobrado e as escadas me levaram ao paraíso. Tranquei a porta ofegante, meus poros escorreriam cada gota de prazer ao ouvir aquela mulher. Deitei em minha cama inconscientemente já preparando-me para o que vinha á seguir. Júlia não perguntou como eu estava ou o que eu havia feito naquele hiato, mas se eu estava nua. Fiquei muda por instantes e ela também. Parecia que o silêncio pedia para eu obedecê-la e foi o que fiz: Despi-me lentamente e sussurrei pra ela. Mal sabia eu que acabava de iniciar um dos meus vícios mais saborosos. A masturbação naquela noite ao lado de minha mãe em nada se parecia com o que eu estava prestes a experimentar sozinha falando com Júlia. Em todos esses anos resolvi inovar as formas de me masturbar, os locais, os "falus" que me ajudariam a chegar mais facilmente ao êxtase e os fetiches relacionados. Certa vez ao visitar uma amiga do circulo social de minha igreja, pedi para usar o banheiro. Ao entrar dei de cara com a bancada da pia e vi a enorme escova de cabelos que debruçava lá. Não me contive. Aguarrei-a e penetrei vorazmente minha bucetinha e gozei muito rapidamente. Acabei sem querer gritando, o que levou minha amiga até a porta perguntar se havia acontecido algo. Mal sabe ela o que aconteceu ali. Nem deve passar por sua cabeça "puritana" tal feito. E se passa, talvez nunca sairá do plano das fantasias. Seria muito devasso para o sociedade em que vivo. E olha que mesmo assim passo imperceptível. Essa é a minha arte. Tiveram outras vezes em que me toquei cheirando calcinhas de outras amigas, em suas casas ou em ocasiões de compartilhar o mesmo vestuário. A masturbação se tornaria também algo sem limites pra mim. Com Julia foi apenas o início e foi uma das minhas melhores sensações. Naquela tarde, conforme falávamos palavras obscenas uma a outra, meu sentido de culpa ia se desfazendo. Voltava a submissão do meu desejo instintivo. Usei meus dedos conforme ela pedia. Tocava meu grelinho, apertava, passava a unha de leve, molhava com saliva e deixava escorrer. Que delicia!. Por ser ainda virgem, não tinha idéia do que era a penetração. Aprendi que poderia ser doloroso romper aquele que chamo de "cordão umbilical" do sexo - o himêm. Um elo á minha progenitora. Um "status" de confiança daquele núcleo familiar pudico. E foi assim. Decidi rompê-lo sozinha. Achei naquele momento que deveria perdê-lo apenas com Júlia e por ela. Fui tomada confesso, por muito desejo e a experiência foi fantástica. Tomei coragem e fui fundo. Penetrei o primeiro dedo com dificuldade naquele espaço apertado do meu sexo e ao mesmo tempo ia descrevendo á ela minhas sensações. Foi incrível. Diferente do normal e é isso que acabei tomando como conceito no sexo: Fugir do normal. Fugir do que é "considerado" normal, do que é apenas aceito por um grupo social. O que há de anormal no prazer queridos leitore(a)s?. Devo dizer que se fosse diferente talvez esse blog não existiria e minhas confissões nunca chegariam até vocês. Após o primeiro dedo entrar com certa dificuldade, estava tão molhada que chegava a escorrer e colocar outro foi uma necessidade. Quando percebi estava fodendo com gosto minha linda bucetinha. De rosinha ela tornou-se avermelhada. O excesso de fricção e o pouquíssimo sangue modificaram minha bela orquídea. A mudança fez-me ficar orgulhosa. Acabava de perder a virgindade comigo mesma. Júlia gritava de tesão ao telefone e dizia que estava gozando varias vezes. Esse estimulo dela também fez-me gozar ao esfregar o telefone com gosto na minha florzinha. Era a representação do quanto, caso fosse possível, queria tê-la dentro de mim. Após o gozo rimos muito e decidimos desligar completamente aliviadas. Fui tomar um banho gostoso, sem cobranças ou julgos. Apenas a sensação de prazer ligada ao "pecaminoso ato". Quanta satisfação!. Coloquei a lingerie mais safada que tinha sob meu vestidinho, aprontei-me como uma bela dama e desci até a sala para o grupo de oração.
Diana

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