Diagnóstico que receberia do meu gostoso psiquiatra após cerca de 10 anos, mas isso eu deixo pra comentar outra hora. Como saciar-me então?. Restava o destino mandar pessoas em minha vida para trocarmos experiências e satisfazermo-nos. Já existia dentro de mim a teoria de que se buscasse muito, nada aconteceria e então apenas deixei-me levar pelas circustâncias. Gostava muito de sair e passear e cada vez mais, ficava inquieta se nada pintasse de novo. Ardia de desejo só de imaginar uma pica quente me possuindo á qualquer hora e em qualquer lugar. Foi numa dessas "andadas" descompromissadas, mas fixadas em volúpias que literalmente "trombei" com Luciano, (nome fictício) para manter o casamento. Digo trombar, pois fora exatamente assim que trocamos nosso primeiro olhar. Estava andando apressada numa calçada estreita perto de onde morava e ao mesmo tempo mexendo na bolsa para retocar a maquiagem, sem olhar para os lados. Foi quando ele viera ao meu encontro e de súbito quase cai em cima dele. Minha bolsa caira ao chão e ele muito educado primeiro preocupou-se comigo, se eu estava bem e só depois abaixara para pegá-la. Juro que fazia tempo que não via tamanha demonstração de cavalherismo. Perguntei seu nome e ao responder pude ouvir o som daquela voz que até hoje mantém-me junto á ele. Sempre adorei voz rouca e a dele era perfeita aos meus ouvidos. Ofereceu acompanhar-me até em casa e prontamente aceitei. Havia gostado dele. Trocamos telefone, nos despedimos e entrei. Ao fechar a porta meu coracão batia muito acelerado. Nunca sentira algo tão apaixonante em mim. Nunca havia namorado. Havia sido criada para encontrar meu "príncipe", mas já estava muito á vontade com meus "sapos". Assustei-me com tamanha estranheza e mudança de planos. Pensei á noite toda naquele homem e não dormi. Fui trabalhar com ele na cabeça e ansiosa para chegar em casa e saber se havia ligado. Na época ainda não tinha celulares aos montes como hoje e bastava esperar. Era mais gostoso. Abri a porta de casa e a primeira coisa que perguntara á minha mãe, era se alguém telefonara. Recebi um não e confesso que fiquei arrasada. Já havia surpreendido tantos machos nesse último ano e o primeiro que gostara não dera-me bola. Fui ao banho e ele fora comigo em pensamento. Ao começar minha habitual siririca, percebi algo também diferente. Estava louca para vê-lo, mas excitada ao pensar em outros machos. Isso fez me gozar múltiplas vezes. Saí do banho e ainda enrrolada na toalha fui surpreendida com minha mãe em meu quarto. Estava chamando para atender a ligação de um tal de Luciano. Desci as escadas com o coração á mil. Era ele querendo falar comigo. Conversamos por cerca de trinta minutos e senti que ele ficara entusiasmado comigo. Ao terminar o telefonema fez um convite para irmos jantar. Disse que pensaria sobre o assunto e voltaria á ligar. Anotei seu número na mão. Foi um pretexto para poder procurá-lo quando quisesse. No outro dia estava ansiosa para ligar, porém segurei minha êuforia. Já eram quase dez horas da noite quando tomei coragem de pegar o telefone e discar. Fui atendida com aquela voz envolvente e naquele momento minha buceta escorreu. Falamos novamente sobre o jantar, de nos conhecer melhor e marcamos para o final de semana. Exatamente no sábado, nosso primeiro encontro de verdade daria-se ás vinte horas. Fora-me buscar em casa de carro e finalmente poderiamos estar á sós. Tudo o que eu mais queria. Em momento algum ele assediou-me. Manteve seu cavalherismo impecável. Entramos no restaurante e passamos quase duas horas falando de nossas vidas, sonhos, realizações, decepções e até de casamento. Por um grande momento o mundo parecia ter parado, até um belo casal sentar em frente á nossa mesa. Foi quase reativo. Eles sentaram, olharam fixamente para mim e eu dispercei-me. Já nem ouvia mais o que Luciano falara. Minha atenção estava voltada á eles. Principalmente á aquele "Adônis". Ele corria seus olhos sobre mim, numa clareza de instintos que só uma vadia como eu poderia entender. Fez-me sinal para o banheiro. Entendi o recado. Ele fora na frente e eu dei a desculpa á Luciano de estar com dor de barriga. O segui disfarçadamente e fui puxada para o banheiro dos homens. Colocou-me dentro de uma cabine e fechou rápidamente a porta. Beijou minha boca com muita voracidade já levantando minha saia e blusa. Apalpava-me como um bicho. Pegou minha mão e colocou no seu cacete, fazendo-me apertar com vontade. O meu tesão estava explodindo. Pegou-me pelos cabelos e fez-me ajoelhar naquele chão sujo e urinado. Abriu o cinto, abaixou a calça e meteu aquela tora cheia de saltitantes veias na minha boquinha. Apertava minha cabeça fazendo-me engasgar. A saliva que saia de minha boca pingava no chão. Parecia um "touro indomável". Agora levantava-me pelos cabelos e colocáva-me virada para a parede do vaso sanitário. Abrira bem minhas pernas e comecara um vai e vem de amolecer qualquer mulher. Fodemos apenas 10 minutos, mas o suficiente para levar-me á outro mundo. Gozamos rápidamente. Ele terminou gozando em minha bunda e automaticamente após, vestiu sua calça e saiu. Fiquei desmontada naquele chão sujo com uma grande satisfação. Satisafação de vagabunda. Aprontei-me com calma, lavei o rosto, enxuguei todo o suor e saí. Luciano perguntara-me se estava tudo bem. Parecera bem preocupado e fizera questão de levar-me embora para casa. Fui comentando o quanto a comida teria feito-me mal e que precisava apenas de repouso. Ele entendera a situação. Pediu-me um beijo de despedida. Neguei. Ainda era muito cedo para isso....
Diana

Demais...Um texto bem honesto!,,,,,A arte feminina de nos fazer de bobos! Mto bom....
ResponderExcluirLuiz Augusto
Já fui pra um banheiro desses...raras, mas nunca com o namo do lado....kkkkkkkkkkk
ResponderExcluirContinuarei a despertar vossos instintos!!!
ResponderExcluirA tarefa é minha...o Prazer de vocês!!
Diana