
Como não poderia deixar de ser, resolvo contar sobre a minha inesquecivel despedida de solteira. Luciano e eu resolvemos fazê-la no mesmo dia: ele com seu amigo Alberto e eu com minha amiga Sandra (nomes fictícios). Luciano resolver ir numa boteco conhecido da cidade e eu num restaurante menos movimentado, onde comemoramos nosso último dia de liberdade, dele, é claro...risos. Luciano após o evento voltou para sua casa e eu para a minha e nos falamos por telefone exatamente ás 23hs. Mandei um boa noite e beijo de despedida e fui dormir? - Não!, não poderia deixar esse dia sem me saborear. Vesti um corpete com cinta-liga preta e vermelha, um vestidinho curto, um salto vermelho e fui para a noite. Lógico que tudo escondido e saindo como gata da casa de minha mãe. Minha idéia foi viver uma noite de puta e bem, resolvi partir para a foda. Parei numa esquina e logo um carro estacionou me perguntando quanto era o programa. Era um cara lindo, olhos verdes, bem másculo e com uma boca bem carnuda. Fiquei excitada na hora e respondi: - Pra você é de graça! e entrei naquele carrão. Fomos para um motel famoso chamado Savanna e ficamos numa suite muito linda. Ao entrar já nos agarramos, fomos nos despindo e eu resolvi dançar para ele. O cara ficou extasiado e de rola dura na hora. Eu já tinha visto pau grande, mas o dele era enorme e logo cai de boca naquela vara rija. Fiz um boquete caprichado, bem calmamente, sentindo ele pulsar de tesão. Ele me puxava pelos cabelos e me chamava de vagabunda e eu escorria de tanto prazer. Não sei o que aconteceu, mas naquele dia e naquela hora o sexo anal não me saia da cabeça e pedi para ele comer com jeitinho meu cuzinho. Confesso que doeu um pouco pois era enorme aquele pau, mas o prazer foi imenso e pedi novamente logo que ele gozou. Terminamos aquele sexo selvagem em quase três horas e saimos de pernas bambas. Fomos embora e eu com aquela sensação de depravada, bem perversa e infiel resolvi pedir o pagamento. Disse á ele: R$300,00 ou a sua gravata e adivinhem, recebi uma linda gravata como resultado do meu infiel serviço. Fui para casa com a gravata enrrodinha na mão e entrei sorrateiramente no meu quarto, tomei um delicioso banho e fui dormir. Pela manhã ligo para Luciano e digo que tenho um presente especial: a gravata, para ele usar no casamento. Ele provou, adorou e usou na igreja. Na festa ela foi um sucesso, rendeu bem mais que os trezentos reais ao ser cortada e vendida. Ficamos com um pedacinho de lembrança. Lembrança maior e deliciosa, só eu conheci naquela noite, o resto ficou para a noite de núpcias, mas essa fica para a próxima.
Diana
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