Hoje APerversainfiel tem o enorme prazer de apresentar "Prazeres de Nara", uma saga erótica envolvente sobre as volúpias da elite. Confira!
Casado á pouco tempo, Marcos
irradiava felicidade. Havia escolhido Nara, moça de boa e tradicional família paulistana. O pai dele estava
viúvo, era militar aposentado, e se vangloriava de sua dignidade. A família de Nara era constituída por advogados, médicos, empresários,
pai com alto cargo político, e até padre. Nara era vista como um amor de pessoa. Nos gestos sugeria
uma pessoa fina e frágil, mas havia algo
nela inexplicável, parecia coisa de outro mundo. O sogro velho, hipertenso, dizia por
a mão no fogo pela nora. Todos que faziam parte de seu convívio diziam o mesmo. Em uma noite de muita chuva
Marcos procura o pai e diz que está desconfiado da mulher, ao que o velho
horrorizado o chama de maluco. Marcos diz que gostaria de estar maluco, mas na realidade ficou sabendo de umas coisas e que em pouco tempo de casados ela havia
mudado.
O pai esbravejou dizendo que realmente era loucura desconfiar de Nara e que se ele estivesse errado perderia sua herança. Marcos esbraveja mais alto que o pai, dizendo que se fosse verdade não ia precisar de herança, estaria na cadeia, mataria a mulher. Nesta mesma noite chuvosa um casal aparece para jantar com eles. Eram amigos de infância, não precisavam avisar. Claudio era daqueles amigos que entram pela cozinha, invadem a casa na maior intimidade. Durante o jantar cai o guardanapo de Marcos e o mesmo curva-se para apanhá-lo e então vê os pés de Nara por cima dos de Claudio. Apanhou o guardanapo e continuou a conversa, exclamando internamente ”Acho que estou louco, delirando”. Na manhã seguinte, procurou o pai e contou o ocorrido ao que o pai lhe chamou de homem babaca, foi um verdadeiro sermão e para acalmar o filho confidencia que um dia também sentiu muito ciúmes de sua mãe: - “você acha que eu pensaria isso de sua mãe?! “. Não adiantou, a certeza já havia se instalado em Marcos . Vira muito pouco, ou seja, uma posse recíproca de pés, debaixo da mesa. Ninguém trai com os pés. Mas algo dizia que estava certo. Dias depois, Claudio chega para o amigo e diz: - Ontem viajei de metrô com sua mulher; Marcos corta o assunto, se controla ao máximo e volta para casa. Já em casa depois de um beijo na face, ele pergunta á sua mulher: - Tem visto o Claudio?. Ela lixando as unhas: - Depois do último jantar nunca mais o vi. Marcos não disse nada, foi ao escritório, pegou sua arma e pensou: “Nara está mentindo!, vagabunda!. Viu nisso um sintoma mais que infidelidade. Ela precisava de mentiras desnecessárias. Voltou a sala, chamou Nara para acompanhá-lo, ao o que ela respondeu: = Vou já meu filho. Ele berrou: - Agora!. Nara espantada o atendeu. Assim que entrou, Marcos fechou a porta á chave, colocou o revólver sobre a mesa e cruzando os braços diante dela, disse-lhe horrores, sem elevar a voz ou fazer gestos:
O pai esbravejou dizendo que realmente era loucura desconfiar de Nara e que se ele estivesse errado perderia sua herança. Marcos esbraveja mais alto que o pai, dizendo que se fosse verdade não ia precisar de herança, estaria na cadeia, mataria a mulher. Nesta mesma noite chuvosa um casal aparece para jantar com eles. Eram amigos de infância, não precisavam avisar. Claudio era daqueles amigos que entram pela cozinha, invadem a casa na maior intimidade. Durante o jantar cai o guardanapo de Marcos e o mesmo curva-se para apanhá-lo e então vê os pés de Nara por cima dos de Claudio. Apanhou o guardanapo e continuou a conversa, exclamando internamente ”Acho que estou louco, delirando”. Na manhã seguinte, procurou o pai e contou o ocorrido ao que o pai lhe chamou de homem babaca, foi um verdadeiro sermão e para acalmar o filho confidencia que um dia também sentiu muito ciúmes de sua mãe: - “você acha que eu pensaria isso de sua mãe?! “. Não adiantou, a certeza já havia se instalado em Marcos . Vira muito pouco, ou seja, uma posse recíproca de pés, debaixo da mesa. Ninguém trai com os pés. Mas algo dizia que estava certo. Dias depois, Claudio chega para o amigo e diz: - Ontem viajei de metrô com sua mulher; Marcos corta o assunto, se controla ao máximo e volta para casa. Já em casa depois de um beijo na face, ele pergunta á sua mulher: - Tem visto o Claudio?. Ela lixando as unhas: - Depois do último jantar nunca mais o vi. Marcos não disse nada, foi ao escritório, pegou sua arma e pensou: “Nara está mentindo!, vagabunda!. Viu nisso um sintoma mais que infidelidade. Ela precisava de mentiras desnecessárias. Voltou a sala, chamou Nara para acompanhá-lo, ao o que ela respondeu: = Vou já meu filho. Ele berrou: - Agora!. Nara espantada o atendeu. Assim que entrou, Marcos fechou a porta á chave, colocou o revólver sobre a mesa e cruzando os braços diante dela, disse-lhe horrores, sem elevar a voz ou fazer gestos:
- Não adianta negar! Eu sei de tudo!
Ela: - Tudo o que?
Gritou por três vezes: - cínica!
Mentiu a ela dizendo que havia colocado um detetive para seguir seus passos e que tinha
provas. Apanhou o revolver e disse: - Maldito!, eu vou matar o canalha do Claudio!.
A mulher espantada diz: - Você
vai matar a pessoa errada. Não é ele não!
Agarrado pela mulher, tentou se desprender, mas ela firmemente olhando em seus
olhos diz: - Não é um só!. - Há muitos que terá que matar e completa: - Um mês depois de
nos casarmos, todas as tardes saio de casa, pego o primeiro metrô que
aparece, sento num banco ao lado de um homem, qualquer homem, pode ser velho,
moço, bonito, feio, empresário, mecânico, pedreiro, e....
O marido prostrado na cadeira
exclama: - Mecânico, pedreiro?!
Ela responde: - sim querido!, e vai desfilando uma relação de nomes.
Ele berra: - Basta!
O furor toma conta de Marcos: - Se fosse um único, se fosse apenas o Claudio!.
Ela explicou que precisava escapar de casa todos os dias. O marido pasmo a olhava, linda, intacta, imaculada e disse: - Como é possível que certos sentimentos e atos não exalem mau cheiro?.
Nara diz: - Não sou culpada!, e de fato havia no mais intimo de sua alma, uma inocência infinita.
Ela explicou que precisava escapar de casa todos os dias. O marido pasmo a olhava, linda, intacta, imaculada e disse: - Como é possível que certos sentimentos e atos não exalem mau cheiro?.
Nara diz: - Não sou culpada!, e de fato havia no mais intimo de sua alma, uma inocência infinita.
De súbito Marcos a pega pela cintura, passa-lhe a mão pelos quadris, enfia a mão por baixo de sua roupa e diz: - Sem calcinha! - Deu agora para andar sem calcinha sua vagabunda”. Empurrou-a
com palavrões, caminhou até o quarto e disse: - Morri para o mundo.
Já no quarto, deitou-se na cama, vestido de terno,
gravata, sapatos, uniu os dois pés, entrelaçou as mãos na altura do peito e assim
permaneceu até que Nara entra no quarto dizendo: - O jantar está na mesa. Ele sem se mexer, responde: - Pela éltima vez, morri!.
Nara apanha um rosário, suplica que a espere, sai, vai até a casa do pai
de Marcos, transa ardentemente, volta e diz: - Pode continuar, estarei orando o tempo todo por você. Assim passa a noite orando pelo marido morto-vivo, até o momento da nova
escapada.
DarkPleasure


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