Querido(a)s leitore(a)s, é com imensa satisfação que volto á escrever sobre minha história nem um pouco convêncional de vida. Já estava com saudades desse meu "confessionário" e vocês?. Bom, resolvi junto á equipe APerversaInfiel que minha "novela" burlesqua será contada semanalmente ás sextas, pois como o blog está crescendo, o "espaço" deve ser dividido entre todos os tópicos e á colaboração de nossas consultoras sem perder o bom gosto á que nos propusemos desde o ínicio. O fato é que se contasse diariamente, poderia haver uma sobrecarga de textos, o que tornaria morosa a apreciação. o prazer também pode ser intenso em pequenas doses!. Vamos então ao que interessa minhas delicias!
Meu relacionamento com Luciano havia se tornado sério da "parte" dele e fui por motivos óbvios, obrigada á sustentar aquela situação de maneira exemplar. Tal qual uma moça de família se portava, pretendi não fugir do que seria o "amargo-doce" do meu destino.
Sabendo que meu lado selvagem sobreporia qualquer motivo justo ou óbvio de uma relação e já conhecendo Luciano como conhecia, apostei minhas fichas como se fosse uma garantia. Fiz o básico, me deixei corromper já pensando no "troco" pelo bem da minha existência. Essa Diana que vos fala não poderia apagar ou morrer. Eu esperava o fatídico dia em que ele falaria em casamento, mas não foi bem o que aconteceu. Numa noite de um "abafado" domingo fui surpreendida em minha casa ao lado de minha mãe e amigas. Ele ajoelhou-se da forma bem passiva como se porta até hoje e me pediu em noivado. Quase tive um acesso de violência. Minha vontade era de chutar aquele bunda mole para que caisse e eu pudesse esfregar meus pés naquele poço de virtudes e conservadorismo. Mas logicamente não fiz nada disso. Olhei para todos, pude observar o encanto de minha mãe e sua consequente aprovação e fitei os olhos dele dizendo um doce: -Mas é claro que aceito. Recebi um belo anel de noivado e um beijo na mão. Em minha mente o roteiro era outro. Podia realizar a cena de um Luciano macho, feroz, animal, me comendo na frente da minha mãe e fodendo também minha amigas. Pegando aquele anel e enfiando no meu cu. Esporrando em tudo e em todas. Mas isso era apenas o meu lado mais perverso e bizarro me protegendo da amargura daquela triste realidade "chata". Ele levantou-se, pegou em minhas mãos e fomos para a mesa jantar. O ambiente estava felicissmo para todos, menos para mim. Enganar é uma arte persuasiva muito difícil, mas ao mesmo tempo gratificante. Nunca demonstrar o que realmente pensamos pode ser uma arma futura e tanta. Como os pais de Luciano não puderam estar na ocasião, foi marcado uma nova data para a oficialização e uma grande festa em família. Viajamos todos para a fazenda maravilhosa de seus pais para a cerimônia. Ao chegar, minha mãe ficou muito entusiasmada com os gados e as plantações do Sr. Paulo e comentou que não poderia estar mais satisfeita com a minha escolha. Sr. Paulo é pai de Luciano em seu segundo casamento. É o oposto do filho. Homem de roça, viril, imponente e muito seguro. Que triste vida!. Como todos os preparativos iriam levar alguns dias, curtimos muito aquela imensidão de terra. O que não acabei fazendo na minha primeira visita. Acabei aprendendo que terra me excita e me "recarrega". Cria para mim um ambiente propício para muitas fantasias. E foi numa tarde gostosa de encanto, bem no dia do meu noivado que resolvi passear sozinha por entre as plantações. Já havia caminhado muito e aquele clima me levava á querer desvendar sempre algo mais. Lembro que já estava com os pés doloridos quando resolvi sentar. Avistei á cerca de uns vinte metros o milharal e foi sublime. Fui tomada por um desejo imenso de me masturbar naquele lugar. Entrei numa fila, apanhei um milho, abaixei a calcinha e comecei um gostoso vai-e-vem com aquele enorme e roliço milho no meu grelo. A vontade de sentar nele era tremenda e não me contive. Abri minha bolsa cheia de "utilidades", apanhei uma camisinha escondidissima e coloquei naquela tora. Fique acariciando com a boca, a lingua e deixei bem molhado de saliva. Agachei-me e pude sentir aquela grossura preencher minha buceta. Estava fantástico. Fiquei totalmente arrepiada e me imaginava dando para um homem daquele porte. Só não esparava que aquela deliciosa brincadeira pudesse ser interrompida, e foi. Poxa, era o dia da minha festa e nada poderia dar errado. Eis que surge "do nada" o Sr. Paulo e me flagra naquele momento libidinoso. Fiquei atônita e sem reação. Ele também. Apenas fazendo um gesto de "silêncio" com o dedo, ao qual obedeci e me disse: - Continua sua vagabunda!. Minha bucetinha escorria e eu transpirava muito. Meu grelo latejava. Sr. paulo abriu a calça e pôs aquele belissimo cacete grosso bem na minha frente. Não resisti. Peguei com as duas mãos e fiz um boquete com vontade, com desejo, quase perdendo a respiração. Ele gemia grossamente feito um macho acasalando e eu feito uma puta cadela. Fui pega pelos cabelos e forçada a por toda aquela rola na boca. Confesso que engasguei e quase vomitei, mas era tudo que eu queria. E eu queria muito mais. De repente fui jogava ao chão e colocada de quatro. Aquela pica apontou direto no meu cuzinho. Levei alguns tapas fortes e tesudos na minha bundona e foi incrível. Sr. Paulo então deu uma bela cuspida no meu cu e enfiou com vontade. Eu gritei, mas foi uma das melhores sensações que tive até hoje. Me fudeu com gosto e me deixou literalmente "rasgada". Eu gozava por minuto, coisa que nem é tão dificil, mas era especial e muito intenso. Era a versão de Luciano que eu queria, mas que nunca teria. Ele quase gozando tirou o pau da minha bunda, me virou e gozou dentro da minha boca. O volume era muito grande. Eu engoli tudo sem pestanejar. Estava uma delicia, uma seiva. Levantou-se já subindo as calças, mandou que eu me vestisse, saisse de lá e fosse embora para a grande casa. Atendi e sai correndo e sorrindo. Gargalhava de felicidade. Tinha ganhado o meu presente de noivado!. Dele não ganhei anel, dei o anel do meu belo cu á ele. Parecia o nosso noivado. Era o noivado que eu queria!. Cheguei discretamente á casa toda suja e simulei uma queda para encobrir toda a "sujeira". Arrumei-me como a idolatrada princesa da noite e oficializei com Luciano minha sentença puritana. Dele recebi o anel de noivado e ele até hoje nunca recebeu o meu verdadeiro anel. Ainda está me devendo. Beijos minhas delícias!.
Sabendo que meu lado selvagem sobreporia qualquer motivo justo ou óbvio de uma relação e já conhecendo Luciano como conhecia, apostei minhas fichas como se fosse uma garantia. Fiz o básico, me deixei corromper já pensando no "troco" pelo bem da minha existência. Essa Diana que vos fala não poderia apagar ou morrer. Eu esperava o fatídico dia em que ele falaria em casamento, mas não foi bem o que aconteceu. Numa noite de um "abafado" domingo fui surpreendida em minha casa ao lado de minha mãe e amigas. Ele ajoelhou-se da forma bem passiva como se porta até hoje e me pediu em noivado. Quase tive um acesso de violência. Minha vontade era de chutar aquele bunda mole para que caisse e eu pudesse esfregar meus pés naquele poço de virtudes e conservadorismo. Mas logicamente não fiz nada disso. Olhei para todos, pude observar o encanto de minha mãe e sua consequente aprovação e fitei os olhos dele dizendo um doce: -Mas é claro que aceito. Recebi um belo anel de noivado e um beijo na mão. Em minha mente o roteiro era outro. Podia realizar a cena de um Luciano macho, feroz, animal, me comendo na frente da minha mãe e fodendo também minha amigas. Pegando aquele anel e enfiando no meu cu. Esporrando em tudo e em todas. Mas isso era apenas o meu lado mais perverso e bizarro me protegendo da amargura daquela triste realidade "chata". Ele levantou-se, pegou em minhas mãos e fomos para a mesa jantar. O ambiente estava felicissmo para todos, menos para mim. Enganar é uma arte persuasiva muito difícil, mas ao mesmo tempo gratificante. Nunca demonstrar o que realmente pensamos pode ser uma arma futura e tanta. Como os pais de Luciano não puderam estar na ocasião, foi marcado uma nova data para a oficialização e uma grande festa em família. Viajamos todos para a fazenda maravilhosa de seus pais para a cerimônia. Ao chegar, minha mãe ficou muito entusiasmada com os gados e as plantações do Sr. Paulo e comentou que não poderia estar mais satisfeita com a minha escolha. Sr. Paulo é pai de Luciano em seu segundo casamento. É o oposto do filho. Homem de roça, viril, imponente e muito seguro. Que triste vida!. Como todos os preparativos iriam levar alguns dias, curtimos muito aquela imensidão de terra. O que não acabei fazendo na minha primeira visita. Acabei aprendendo que terra me excita e me "recarrega". Cria para mim um ambiente propício para muitas fantasias. E foi numa tarde gostosa de encanto, bem no dia do meu noivado que resolvi passear sozinha por entre as plantações. Já havia caminhado muito e aquele clima me levava á querer desvendar sempre algo mais. Lembro que já estava com os pés doloridos quando resolvi sentar. Avistei á cerca de uns vinte metros o milharal e foi sublime. Fui tomada por um desejo imenso de me masturbar naquele lugar. Entrei numa fila, apanhei um milho, abaixei a calcinha e comecei um gostoso vai-e-vem com aquele enorme e roliço milho no meu grelo. A vontade de sentar nele era tremenda e não me contive. Abri minha bolsa cheia de "utilidades", apanhei uma camisinha escondidissima e coloquei naquela tora. Fique acariciando com a boca, a lingua e deixei bem molhado de saliva. Agachei-me e pude sentir aquela grossura preencher minha buceta. Estava fantástico. Fiquei totalmente arrepiada e me imaginava dando para um homem daquele porte. Só não esparava que aquela deliciosa brincadeira pudesse ser interrompida, e foi. Poxa, era o dia da minha festa e nada poderia dar errado. Eis que surge "do nada" o Sr. Paulo e me flagra naquele momento libidinoso. Fiquei atônita e sem reação. Ele também. Apenas fazendo um gesto de "silêncio" com o dedo, ao qual obedeci e me disse: - Continua sua vagabunda!. Minha bucetinha escorria e eu transpirava muito. Meu grelo latejava. Sr. paulo abriu a calça e pôs aquele belissimo cacete grosso bem na minha frente. Não resisti. Peguei com as duas mãos e fiz um boquete com vontade, com desejo, quase perdendo a respiração. Ele gemia grossamente feito um macho acasalando e eu feito uma puta cadela. Fui pega pelos cabelos e forçada a por toda aquela rola na boca. Confesso que engasguei e quase vomitei, mas era tudo que eu queria. E eu queria muito mais. De repente fui jogava ao chão e colocada de quatro. Aquela pica apontou direto no meu cuzinho. Levei alguns tapas fortes e tesudos na minha bundona e foi incrível. Sr. Paulo então deu uma bela cuspida no meu cu e enfiou com vontade. Eu gritei, mas foi uma das melhores sensações que tive até hoje. Me fudeu com gosto e me deixou literalmente "rasgada". Eu gozava por minuto, coisa que nem é tão dificil, mas era especial e muito intenso. Era a versão de Luciano que eu queria, mas que nunca teria. Ele quase gozando tirou o pau da minha bunda, me virou e gozou dentro da minha boca. O volume era muito grande. Eu engoli tudo sem pestanejar. Estava uma delicia, uma seiva. Levantou-se já subindo as calças, mandou que eu me vestisse, saisse de lá e fosse embora para a grande casa. Atendi e sai correndo e sorrindo. Gargalhava de felicidade. Tinha ganhado o meu presente de noivado!. Dele não ganhei anel, dei o anel do meu belo cu á ele. Parecia o nosso noivado. Era o noivado que eu queria!. Cheguei discretamente á casa toda suja e simulei uma queda para encobrir toda a "sujeira". Arrumei-me como a idolatrada princesa da noite e oficializei com Luciano minha sentença puritana. Dele recebi o anel de noivado e ele até hoje nunca recebeu o meu verdadeiro anel. Ainda está me devendo. Beijos minhas delícias!.
Diana
APerversaInfiel

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