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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Contos de Diana - Meu buraquinho "queridinho"

Hoje resolvi falar sobre algo que tornou-se um vício após tantas descobertas sexuais. Estou falando sobre o fascínio do sexo anal, tornando-me dependente desta deliciosa prática. Recordo-me da primeira sensação deste local tão proibido de minha juventude com clareza de detalhes. Muito tabu e preconceito com o uso do ánus para se obter prazer rondaram nossa sociedade desde sempre e na minha formação não foi diferente. As mulheres da familia, incluindo minha mãe, tias e até amigas, sempre aboninaram tal iguaria, como se não o tivessem. Decretaram seu "status" como lixo e assim podiam criticar o seu uso demasiadamente pecaminoso. Um olhar de desdem e descaso por não conhecerem as sensações provocadas pelo estímulo de um zona erógena tão perigosa. Digo perigosa, pelo sentido proibitivo e pelo vicio que causa em quem busca prazer irremediavel. A bendita frase "vc conhece ex-viado?", fez todo sentido para mim, á partir do momento em que descobri como desfrutar deste "olhinho" fantástico.
Voltando ás primeiras sensaçõees, devo dizer que as tive depois de adulta, quando iniciei pela minha busca irrefreável de prazer. Lembro que foi ao usar o bidê para me lavar, e assim pela primeira vez aquela imensa vontade de sentir prazer fez sinapse com o toque e tudo acabou se conectando. Como a ideia de que o ânus era algo sujo, porco, imundo, contaminado e proibido fazia parte da inocente Diana, poderia haver qualquer estimulo, que não sentiria nada além de dor e incômodo. Essa peça terminal de nosso sistema orgânico, também é referido como algo dolorido e desconfortável, tendo sido criados mitos ao longo dos tempos. Para minha sorte, minha descoberta foi quando já estava com a mente aberta para novas possibilidades de encontrar prazer e a satisfação foi imediata. Ao passar o sabonete ao redor, percebi que ele contraia e fazia-me contrair a vagina também, logo, o tesão foi vindo e estava completamente molhada. A decisão foi largar o sabonete e tocar cada prega com a polpa digital bem devagar, sentindo o estimulo e circulando sua entrada bem devagar. Minha vontade nessa hora era tocar um siririca, mas me contive. Queria me focar apenas nele, e com ele obter prazer de forma diferente. Foi o que fiz. Fechei a água do bidê, levantei-me  e me coloquei de quatro bem em frente a pia do banheiro. Inclinei-me e levei minha mão até o "epicentro da figura". Neste momento resolvi imaginar uma pica bem suculenta me currando, passei saliva no dedo e fui de encontro ao buraquinho. Ele contraia-se todo, parecendo querer logo que algo preenchesse. Enfiei devagar meu dedo médio e pude reconhecer calmamente o porquê de tanta malícia e desejo. As sensações provocaram-me êxtase e delírio e criaram desejo de ir mais além. Fui enterrando o dedo, mexendo, sentindo minha mucosa anal, colocando e tirando, tirando e colocando e meu "queridinho" como costumo chamar foi se lasciando, se soltando, criando espaço para algo maior. Como nnao estava sentindo dor, já que a mente estava livre, leve e solta, pude colocar mais um dedo e deixei-me levar. Em poucos minutos estava tendo um orgasmo diferente. Algo bem misturado, pois minha xoxota também respondia áquele estímulo. Digo hoje em dia, que gozo ao mesmo tempo pela frente e por trás e algumas amigas não acreditam, mas é pura verdade. Consigo liberdade para ter prazer pois minha cabeça não fica criando culpas para o meu deleite e entnao a entrega é muito mais satisfatória e completa. Fio através do sexo anal também que conheci a deliciosa prática do "fisting", tema que abordarei em outro conto. Algo á ser lembrado é que não preciso necessáriamente de lubrificantes para realizar um anal gostoso. Por outro lado, algo indispensável é a famosa ducha higiênica para não ter surpresas desagradáveis e faço questão de fazê-la sempre que faço anal, ou seja, diariamente. Um fato curioso que me aconteceu, foi durante uma viagem de Luciano após nos casarmos. Estava sozinha em casa, vestindo apenas um shortinho de algodão e camisetinha, quando toca a campainha. Fui atender e era um amigo de Luciano perguntango se ele estava. Pedi que entrasse e como estava passando um cafézinho, levei-o até a cozinha e fomos conversando. Como tenho uma bunda grande e redondinha e estava com aquele shortinho e sem calcinha, foi perceptivel observar o olhar dele pra mim. Veio-me a vontade de provocá-lo e fiquei abaixando em baixo da pia como se estivesse procurando o açucar. Pude percebê-lo mexendo no seu pau. Levantei de súbito e perguntei o que estava olhando, ele meio sem jeito, fez-se de desentendido. Aquilo aumentou ainda mais o meu tesão, e dei a desculpa de precisar ir até o banhiro para poder pensar em algo que o surpreendesse. Fiz o impensável, tirei o shortinho e fui apenas de camisetinha de volta a cozinha. O olhar dele foi de espanto e desejo. Perguntei se nunca tinha visto uma bunda e ele respondeu que sim, mas não tão deliciosa. - Deliciosa?, disse eu, você não viu nada. Abaixei-me e fiquei de quatro pra ele. Ele andava de um lado para outro mexendo no cacete, meio que sem saber o que fazer, até abaixar e cair de boca no meu "queridinho". Lambeu, sugou, meteu a lingua, descia até minha xoxota, mas se concentrava nele. Parecia um cão esfomeado á me devorar. Foi quando colocou aquela cobra pra fora e começou a roçar. Eu pensava se ele nnao iria me fuder logo e ele só roçando, roçando e se deliciando. Como o local que estávamos era em frente a geladeira, ouvi a porta se abrir e bater. Ele havia pego o pote de manteiga. Ao olhar para trás pude vê-lo untar aquela cabeça enorme com os dedos e ficar pronto para me fazer alcançar o nirvana. Aos poucos foi empurrando quase tudo dentro de mim e com estilo foi me levando aos orgasmos. Foram múltiplos e plenos, satisfazendo meu vício. Logo em seguida ele gozou, mas não dentro de mim, preferiu derramar seu néctar na minha bunda. Saiu em seguida, me deixando com gostinho de quero mais. O cheiro de manteiga exalava pela casa. Fui dormir lembrando do acontecido. Bem cedinho Luciano chagou de viagem trazendo rosquinhas, biscoitos e uns pãezinhos para comer com manteiga. Se fartou de pão!.



Diana


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