Intimidade física em um relacionamento é um processo dinâmico em que a motivação sexual é a vontade de interagir sexualmente com o parceiro. Essa intimidade pode ser percebida como algo assustador para algumas mulhers, podendo aumentar a ansiedade a um ponto de esmagadora evasão sexual. Desejo sexual e excitação são características complexas em mulheres e muitos fatores podem causar ou contribuir para o distúrbio da aversão sexual. Sentir aversão ao sexo pode ter uma base involuntária proeminentemente neurovegetativa, que é acompanhada por sintomas e sinais de excitação do sistema simpático, ou seja, mediada por quimica cerebral, como também fatores cognitivos predominantes, quando a mulher percebe sua exposição à intimidade sexual tão frustrante, a ponto de aumentar seu sentimento de inadequação sexual. Ambos os componentes podem estar presentes em cada mulher. No entanto, a aversão é um termo mais pertinente à atitude fóbica, enquanto a evasão melhor descreve a motivação voluntária na escolha de não se expor a intimidade sexual.
Embora freqüentemente usados como sinônimos não o são nem em significado, nem na fisiopatologia subjacente.
A história pessoal e familiar podem influenciar a capacidade de uma mulher a ter intimidade e a perceber esta como um fator de vulnerabilidade, sendo os transtornos de ansiedade e fobias muito frequentes na família. Doenças, tais como diabetes mellitus, câncer de mama e hiperprolactinemia, por exemplo, podem também contribuir para o transtorno, com diferentes mecanismos fisiopatológicos. Casos de mutilação genital ou circuncisão, levaram mulheres a não sentir prazer físico na intimidade sexual e portanto, querer evitá-lo.
A história pessoal e familiar podem influenciar a capacidade de uma mulher a ter intimidade e a perceber esta como um fator de vulnerabilidade, sendo os transtornos de ansiedade e fobias muito frequentes na família. Doenças, tais como diabetes mellitus, câncer de mama e hiperprolactinemia, por exemplo, podem também contribuir para o transtorno, com diferentes mecanismos fisiopatológicos. Casos de mutilação genital ou circuncisão, levaram mulheres a não sentir prazer físico na intimidade sexual e portanto, querer evitá-lo.
Expectativas religiosas e culturais em relação à sexualidade das mulheres sempre tiveram grande influência, inibindo o desejo sexual e o prazer. Envelhecimento e imagem corporal distorcida ou não, freqüentemente desempenham um papel significativo na capacidade das mulheres para desfrutar o prazer sexual, sendo assim, fazendo-se uma relacão inversamente proporcional. O sofrimento pessoal e interpessoal causados por este distúrbio pode criar uma cisão no relacionamento, levando muitas vezes o parceiro a procurar tratamento. Muitas vezes essas mulheres são denominadas "frígidas" ou "sexualmente indiferentes", gerando mais angústia e tensão na relação.
Definida como ansiedade severa ou repulsa diante da idéia de atividade sexual, a aversão sexual tem muitas causas, muitas vezes inter-relacionados. Abuso sexual, incesto, estupro e transtornos emocionais ou psicológicos são muitas vezes as causas mais comuns dessa desordem, resultando na evitação completa de intimidade física e repulsa. A aversão sexual não deve ser confundida com desinteresse pelo parceiro diante de uma relação falida ou simplesmente com a perda do tesão em um homem específico que já não trais mais encantamento. Portanto, caso tenha perdido completamente a vontade por sexo, a libido tenha ido passear e o desejo tenha morrido, procure orientação profissional e poupe muito sofrimento. Sexo é vida!. Prazer é sempre bom e não deve fazer mal á ninguém!. Fica a dica.


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