Dias cheios, semana corrida, sem tempo para pensar, para sentir, redes socias com milhares de amigos "fake", perdidos no vazio existêncial, e mesmo assim todos vão se achando mais livres. Livres para curtir, passar o tempo, procurar algo diferente, fazer o que bem entender, esquecendo-se muitas vezes do sentido real da vida. E como não há sentido, já que eu não mais o sinto, o que fazer?. A grande maioria dos jovens e isso hoje em dia não tem um demarcador de idade, criam passatempos que transgridem a conciência e fomentam ainda mais a desestruturação e desintegração pessoal. Estou falando sobre o uso comum e abusivo de drogas, sejam elas lícitas e/ou não lícitas como uma espécie de guia para sobrevivência nesse caótico mundo. Será que tudo perdeu realmente o sentido?, será que não queremos mais enxergar as coisas como elas realmente são?, é preciso estar escondido para encarar o sentido verdadeiro?. Nunca o mundo esteve tão belo e ao mesmo tempo tão vazio.
Vejo com tristeza inúmeros jovens que conseguiram ter a sorte de viver com melhores condições não darem valor á nada. Confesso que as festas e baladas de hoje, me causam estranheza pelo vazio que representam. Digo vazio, porque não acrescentam nada á ninguém, inexistindo a troca de vinculos. O mundo cada vez mais poluloso, nos espremendo, criando situações incômodas, nos cegando á beira da passividade. A geração que era coca-cola, tornou-se cocaina e outros entorpecentes. Essa mesma moçada tem preocupação demasiada com a estética, beleza excessiva e com doenças, mostrando a incongruência de um "elo perdido". Elo este, com a tranquilidade do jovem que buscava seus objetivos, tornava-se maduro e independente á cerca de uma formação baseada nos principios familiares e um melhor preparo cultural e educacional. Hoje é comum haver uma terceirizacão destes proncípios á entidades, escolas, estados e governos, como fuga á própria responsabilidade patriarcal. Cobra-se muito e faz-se pouco. Se o modelo é de não assumir, como passar isso aos filhos?. Estamos escravos do sistema e da sua ultrajante tecnologia, somos vigiados e parecemos gostar disso, acabamos dependentes e frágeis por opção. Realmente não temos tempo? Tudo deve ser em busca do "ter"?, o "ser" ficou démodé de mais para recriar fundamentos éticos?. Nada mais comum do que vermos o montante de pessoas ansiosas, aflitas, angustiadas, partindo para fantasias e na maioria das vezes medicadas ás custas de um "surto". O número crescente de "pseudo"psicodiagnósticos criando uma desculpa para qualquer coisa errada que se faça é alarmante. No mesmo compasso vem o abuso das drogas ditas "lícitas" que partem dos consultórios. Somos marionetes? Rebanhos? Devemos abaixar simplesmente a cabeça e aceitar o que nos é imposto e drogarmo-nos para aliviar nossa sobrevivência?. Pode um ou outro dizer que estou tentando fazer distinção de classes sociais, o que não condiz com a realidade, já que o problema circunda todas as esferas. Falo sobre a sociedade como um todo, e sua dificuldade para enxergar a verdade. Isso nos remete ao "mito da caverna" de platão, onde o mesmo falava sobre a dificuldade de encontrarmos novas formas de se enxergar a vida, por termos atrofiado nossos sentidos. Sentidos falsos são os que encontramos diariamente e nem nos damos conta. Este é o fado que teremos que carregar solitariamente? Sempre nos impondo barreiras e dependendo da aprovacão do outro?. Adoraria ver essa geração feliz, desfrutando sua vida de maneira capaz, madura, independente, tendo mais tempo para curtir o amor, o companheirsmo, a amizade verdadeira, seus pais, avós e a si mesmos sem tantas cobranças e sofrimentos ilusórios. Gostaria de fazer um apelo, antes que seja muito tarde. Pais, mães e cuidadores, que tal mais presença e amparo?, que tal mais carinho, atenção, amor e afeto, ao invés de tantos bens fúteis?, que tal sermos moldes ao invés de sermos moldados por um esteriótipo á ser seguido?, que tal estipular limites, ao invés de culpar os outros pela "cagada" dos filhos?, por que não prevenir para não precisar remediar? Por que não criar meios para que seus filhos se desenvolvam e amadureçam sem tanta dependência? pra que tanta carência, se devemos encontrar alívio em nós mesmos?. Espero menos vitimizacão e mais vontade! Cuidemos mais e mais!
Vejo com tristeza inúmeros jovens que conseguiram ter a sorte de viver com melhores condições não darem valor á nada. Confesso que as festas e baladas de hoje, me causam estranheza pelo vazio que representam. Digo vazio, porque não acrescentam nada á ninguém, inexistindo a troca de vinculos. O mundo cada vez mais poluloso, nos espremendo, criando situações incômodas, nos cegando á beira da passividade. A geração que era coca-cola, tornou-se cocaina e outros entorpecentes. Essa mesma moçada tem preocupação demasiada com a estética, beleza excessiva e com doenças, mostrando a incongruência de um "elo perdido". Elo este, com a tranquilidade do jovem que buscava seus objetivos, tornava-se maduro e independente á cerca de uma formação baseada nos principios familiares e um melhor preparo cultural e educacional. Hoje é comum haver uma terceirizacão destes proncípios á entidades, escolas, estados e governos, como fuga á própria responsabilidade patriarcal. Cobra-se muito e faz-se pouco. Se o modelo é de não assumir, como passar isso aos filhos?. Estamos escravos do sistema e da sua ultrajante tecnologia, somos vigiados e parecemos gostar disso, acabamos dependentes e frágeis por opção. Realmente não temos tempo? Tudo deve ser em busca do "ter"?, o "ser" ficou démodé de mais para recriar fundamentos éticos?. Nada mais comum do que vermos o montante de pessoas ansiosas, aflitas, angustiadas, partindo para fantasias e na maioria das vezes medicadas ás custas de um "surto". O número crescente de "pseudo"psicodiagnósticos criando uma desculpa para qualquer coisa errada que se faça é alarmante. No mesmo compasso vem o abuso das drogas ditas "lícitas" que partem dos consultórios. Somos marionetes? Rebanhos? Devemos abaixar simplesmente a cabeça e aceitar o que nos é imposto e drogarmo-nos para aliviar nossa sobrevivência?. Pode um ou outro dizer que estou tentando fazer distinção de classes sociais, o que não condiz com a realidade, já que o problema circunda todas as esferas. Falo sobre a sociedade como um todo, e sua dificuldade para enxergar a verdade. Isso nos remete ao "mito da caverna" de platão, onde o mesmo falava sobre a dificuldade de encontrarmos novas formas de se enxergar a vida, por termos atrofiado nossos sentidos. Sentidos falsos são os que encontramos diariamente e nem nos damos conta. Este é o fado que teremos que carregar solitariamente? Sempre nos impondo barreiras e dependendo da aprovacão do outro?. Adoraria ver essa geração feliz, desfrutando sua vida de maneira capaz, madura, independente, tendo mais tempo para curtir o amor, o companheirsmo, a amizade verdadeira, seus pais, avós e a si mesmos sem tantas cobranças e sofrimentos ilusórios. Gostaria de fazer um apelo, antes que seja muito tarde. Pais, mães e cuidadores, que tal mais presença e amparo?, que tal mais carinho, atenção, amor e afeto, ao invés de tantos bens fúteis?, que tal sermos moldes ao invés de sermos moldados por um esteriótipo á ser seguido?, que tal estipular limites, ao invés de culpar os outros pela "cagada" dos filhos?, por que não prevenir para não precisar remediar? Por que não criar meios para que seus filhos se desenvolvam e amadureçam sem tanta dependência? pra que tanta carência, se devemos encontrar alívio em nós mesmos?. Espero menos vitimizacão e mais vontade! Cuidemos mais e mais!


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