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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Segunda Opção...

Era dia de festa em família. Como de costume, os preparativos começavam cerca de uma semana antes e todas as conhecidas e conhecidos de minha mãe vinham para ajudar. Anualmente seguiamos a tradição de comemorar meu aniversário na vila em que morávamos. Os vizinhos e amigos também faziam parte da organização, trazendo mesas e cadeiras para o grande pátio em que eu celebraria mais um ano.
Sempre batia muita ansiedade sobre qual seria o tema da minha festança e que presentes ganharia. Coisa de menina-moça. Desta vez estava fazendo 23 anos e como vocês já sabem, não tão moça e menina assim. Já sentia-me mulher, uma bela safada e vagabunda mulher. Sem pudores e com cada vez mais vontade de desfrutar dos mais sujos prazeres do sexo. Minha festa começaria por volta das 19h e a coisa toda era tão boa de acontecer que mesmo já passando das 18h, nem havia me aprontado. Olhei para o relógio, e fui correndo para casa tomar banho e arrumar-me. Aproveitei aquele banho tocando cada parte de meu corpo, tocando-me bem sútilmente. Usei o chuveirinho no meu grelinho e desfrutei de um suave gozo. Suavidade não era bem o que eu imanaginava para o meu aniversário. Queria algo mais tórrido, mais quente e nem imaginava o que encontraria mais tarde. Vesti uma peça de lingerie que havia comprado escondida. Era um belo corpete negro com meia-calça e cinta-liga. Escolhi um vestidinho da mesma cor, bem apertadinho e um pouco mais curto que o normal. Coloquei um salto agulha também negro e pela primeira vez sentia-me dona de mim. Os convidados foram chegando pouco á pouco e meus olhos voltaram-se para um cara lindo que apareceu acompanhando um vizinho. Ele atiçou meu voraz instinto e fiquei entrégue. Foi cumprimentar-me e chegando bem perto, deu-me um beijo de canto de boca e disse-me que era linda e fatal. Fiquei desconcertada com tamanha sinceridade e perdi o rumo. Tinha que dar atenção também aos outros convidados e mesmo assim não conseguia tirar os olhos dele. Analisei cada parte daquele belo homem e pudia planejar mil situações em minha devassa mente impura. Em um certo momento, ele veio ao meu encontro e perguntou-me se podiamos conversar á sós. Olhei bem para seus lindos olhos e disse-lhe para usar o banheiro de casa. Ele entendera o recado e entrou. Minha mãe não havia percebido nada. Dei uma desculpa que precisava trocar o salto pois estava machucando-me e entrei em seguida. Fui direto ao seu encontro. Puxou-me pela cintura e ficamos fechados naquele pequeno espaço, bem de frente para o espelho. Ele dizia que eu era muito gostosa e que iria possuir-me á qualquer custo. Lembro de tê-lo excitado bastante esfregando minha bunda redondinha no pau dele. Deixei o gato no "ponto". Ele beijava-me o pescoço e a boca, acariciando meus seios. Seu toque era suave, envolvente. No meio daquela volúpia, decidi abrir o ziper de sua calça e fiquei acariciando aquele cacete grosso. Meu tesão, e acredito que também o dele estava no ápice. Levantei o vestido e pedi que ele agachasse para beijar minha bunda. Mandei literalmente que ele fizesse isso. Obedeceu-me sem pestanejar. Abaixou, afastou minha calcinha fio-dental e começou a passar a lingua na minha bucetinha. Com minhas mãos prendia quase que sufocando, sua cabeça nela. Podia sentir que ele estava amando tal situação. Seu desejo só aumentava. Ele, já não aguentando mais, levantou querendo fuder. Esfregou aquela glânde enorme na portinha da minha xoxotinha e quase penetrando-a, dei um empurrão. Isso dera mais tesão á ele e o fizera tentar novamente. Ao quase penetrar, disse: - Ei gostosão, que tal a segunda opção?. Ele tremia de vontade e desejo. Eu nunca havia feito anal antes, mas pensava muito em realizar e naquele momento era tudo o que eu mais queria: Levar um belo cacete na bunda. Não havia lubrificantes e foi com saliva apenas que ele foi aos poucos entrando dentro de mim. Senti arrepios indescrítiveis. Meus poros ficaram muito eriçados. Ele fora com cuidado, porém contrário ao meu desejo. Queria que fudesse-me com força, como homem. Uma fera bem forte me possuindo. Ele percebera e mudara o enredo. Segurou-me com força e meteu como um cão no meu cu. Lembro-me de gemer feito uma puta, uma vadia. Ele adorava. Sentia sensações muito diferentes do sexo comum e acabei gostando. Não fora tão longo como imaginara, porque talvez a situação de perigo impedíra. Seu gozo foi rápido, mas muito bom. Ao terminarmos, arrumei meu vestido, cabelos, retoquei minha singela maquiagem, pedi que ele saisse e voltasse á festa. Percebi que nem seu nome havia perguntado. Saí finalmente com o mesmo salto. Sorri para todos e apaguei minhas velinhas. Foi o melhor presente que ganhei naquele ano.

Diana

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